Sagrado feminino, a jornada da descoberta de nós mesmas como mulheres

Sagrado feminino. Lua. Mulheres que correm com os lobos. Ancestralidade feminina. Matrifocal. Maleabilidade. Ciclos. Acolhimento. Crescimento interior. Autoconhecimento. Deusas. Arquétipos. Tomada de decisões racionais versus tomada de decisões com o coração. Criação de hábitos novos, viver diferente e mais presente. Há alguns meses esses temas se tornaram mais presentes em minha vida.

Nessa nova jornada nascida da necessidade de recalcular a rota da minha vida, estou abandonando velhos hábitos, rumos e atividades que não me levam mais para uma direção que faça sentido para mim. Estou tomando decisões diferentes, me afastando do que não me acolhe, me afastando do que me faz mal, lendo mais e estudando mais. Despertando o Sagrado Feminino que há em mim.

Você deve estar querendo me perguntar…
Por que isso, Fernanda?

Sagrado Feminino? Sim! Megulhar no Sagrado Feminino aconteceu na dor agoniante de amores perdidos por me relacionar com homens cujo padrão comportamental levava a relações que eu sempre fazia de tudo para estar ao lado de pessoas muito diferentes de mim em todos os sentidos. Pela dor de viver a pressão da alta produtividade e concorrência num trabalho que me faz exausta ao final do dia; pela vida inteira ouvindo que mulheres não são amigas, que mulheres são concorrentes. Pelo zumbido que dizia que eu estava fora do meu propósito de vida, insistindo em algo que me feria. Por acordar, abrir os olhos e ver que passo por situações impostas por uma sociedade de hábitos que jogam mulher no limbo.

Foi nas lives da coach de vida e carreira Rafaela Leles e da coach de relacinamentos Lisandra Zanuto que entendi o que levava a estar em relacinamentos e locais não condizentes com a minha vida, energia. Os motivos errados para permacer assim…

Redescoberta e reconexão como a deusa e divindade em mim

Sou uma ‘aprendedora’ e estou me redescobrindo, me reconectando. Estou caminhando de forma gradativa, aos poucos, pesquisando, revendo e revisando. Então, vou compartilhar com vocês o fruto das minhas descobertas nesta JORNADA DE AUTOCONHECIMENTO E SAGRADO EM NÓS. Dividi em “episódios” porque é muito assunto (risos).

E o que é o Sagrado Feminino, de onde isso veio? Raquel Anwar, Júlia Otero, Fernanda Brener resumem bem ao dizerem que não é uma religião, não é uma seita, mas sim, um movimento espiritual de resgate da espiritualidade feminina, de resgate da deusa. Que se trata do resgate do lugar sagrado da mulher no mundo, na sociedade; um lugar onde a mulher é respeitada, escutada, conectada e intuitiva.

O termo virou modinha por um tempo, uma expressão hippie e natureba, mas vendo o que elas dizem, lendo muito entendi que não é isso! Ele resgata o natural em nós, a nossa intuição, quebra o ciclo de “filha de Eva”, rompe com a culpa, retira da vida subjugada, destituida da sexualidade, afasta do ciclo repressor e agressivo. Sagrado feminino descontrói a crença de que não podemos e não merecemos “isso e aquilo” porque somos mulheres. O movimeno nos reconecta a potência criadora, criativa e perceptiva que há em nós.

O Sagrado Feminino é natural, interno, individual e saudável para mulheres de negócios, donas de casa, mães, empreendedoras, avós, estudantes, filhas. Enfim, é para a mulher. A mulher é um ser sagrado, intuitiva, merece ser respeitada.

Muito do que lemos em algumas revistas e portais femininos enaltecem a mulher e a maternidade de “conquistas”, “sucesso”, “marketing pessoal brihante”, “super independência”, “dar conta” e isso acaba por nos desconectar de nossa essência feminina. Geramos vida, nutrimos vida em nós, como podemos negar isso e ficar cegas para a padronização de um perfil movido pela razão e atitudes muito semelhantes ao comportamento masculino?

Foi aí que decidi embarcar em uma nova jornada, mais leve, mais focada, estudando e pesquisando como executar minhas tarefas e atitudes de um jeito melhor, mais suave e feminino.

Então, compartilho com vocês alguns vídeos que falam sobre o Sagrado Feminino e que mais fizeram sentindo para mim até o momento. Lembrando que homens também tem um pouco do sagrado feminino, assim como mulheres também tem um pouco do sagrado masculino em si.

Alguma coisa disso tudo ecoou em você? Me conta nos comentários. Compartilhe sua ideia e colabore ajudando e acolhendo outras mulheres.

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