A influência da mãe é poderosa no comportamento dos filhos

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A influência da mãe é poderosa no comportamento dos filhos. Nós somos exemplo de postura e palavra desde quando eles estão sendo gerados em nosso ventre. Se por algum motivo, o pai não está presente, a mãe precisa saber lidar com isso. Mas como? Meu marido me largou… Não sei quem é o pai… Meu companheiro não ajuda com exemplos… Meu marido chega muito tarde em casa… O trabalho não permite ficar muito com os filhos… COMO?

– Não fale mal do pai dele! Na raiva é tentador falar mal, exaltar as diferenças… Mas não falar mal das pessoas é uma virtude. Mesmo que você não goste mais do pai da criança, ensine-o a ter afeto por ele, principalmente se o pai se faz presente na vida deles. Amar outras pessoas, mesmo quando alguém não gosta, ensina a ser generoso, a ter compaixão e a ser bondoso.

Eu e Isis. Carinho sempre.

– Seja VOCÊ o bom exemplo. Você certamente já ouviu e repetiu que “gestos são mais valiosos do que palavras”. É isso! Da infância ao final da adolescência, os filhos tendem a seguir o que vêem dentro de casa, ou seja, na família. Ensine-o a ter retidão de caráter, a ser virtuoso, gentil, cortês. Você gosta de gentilezas? Eu gosto. Então, ensine a ser gentil. O mundo precisa de bons exemplos. É aquilo… #MaisAmorPorFavor.

– Incentive. A vida adulta é cheia de desilusões, amarguras, desonestidade e gente que gosta de desencorajar atitudes. Vamos mudar isso? Ressalte os pontos positivos do criança e tire dela o foco naquilo que não é bom. Reforce que ele(a) é uma boa pessoa, que tem coragem, que é responsável. Diga que você o ama, que sente orgulho dele.

– Comemore. Comemore a vida, repasse alegria quando eles fizerem algo bom e reforce os talentos e as capacidades. Com a Isis eu falo ‘parabéns, minha filha’; ‘muito bem’, ou, simplesmente bato palmas e digo ‘eeeeeeeeeeeeeeeee’. Ela já associou que coisas bacanas merecem um ‘eeeeeeeeeeeee’ e já comemora sozinha suas conquistas.

– Ame plenamente. Desista imediatamente da idéia de que seu filho ‘tem que ser como você’. Eu vivo repetindo nas palestras de meditação que conduzo na CEU que somos in-di-ví-du-os. Indivíduos, pessoas com características próprias e particulares que precisam ser tratadas de forma personalizada e não padronizada. Reduza as suas expectativas sobre o futuro e aproveite mais o presente. Observe (como diz o pediatra da Isis). Observe e tente entender os desejos e vocações naturais dos seus filho. O nome disso é respeitar as diferenças. Agindo assim com eles você estará ensinando a ter tolerância perante o desigual.

– Sejam maduros. Mãe e pais, por favor, não se batam! Não ajam com violência física ou psicológica entre vocês e muito menos com seus filhos. O noticiário já está cheio de desgraças familiares, não aumentem as estatísticas. Se isso já vem acontecendo em casa, busquem ajuda e afastem-se. Repensem a relação, busquem soluções e se não houver mudanças, avaliem a possibilidade de uma separação. Sim, separação. Há casos em que o bom convívio não é mais possível quando juntos. Tenham maturidade para saber que “já deu” e coragem para “seguir em frente”. Mãe, se seu companheiro não é um bom exemplo, espelhe-se em um avô ou tio que seja.

. A bíblia diz no quinto mandamento: “Honra teu pai e tua mãe”. Honrar significa dignificar, exaltar e respeitar. Honrar também significa manter limpo o nome da família e o próprio nome. Honre aquilo que é justo, bom e honesto.

Boa sorte para todos nós.

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