Bronca! Kate Middleton briga com filho em casamento e mostra maternidade como ela é

A princesa Kate Middleton, casada com o príncipe William (filho de Lady Di) e mãe dos pequenos príncipes George (3) e Charlotte (2), foi flagrada, no último dia 20, em uma situação muito comum na vida de todas as mães: brigando com o filho. Mãe é mãe em qualquer lugar. E Kate fez cara de brava e até usou o “dedinho” de quem fala censurando.

A cena chamou atenção e foi parar nas redes sociais onde, além de virar meme (piada), mostrou a princesa exercendo a maternidade real ao repreender o filho durante a cerimônia de casamento da irmã dela, Pippa Middleton, após George ter pisado no vestido da noiva. Além de ser a irmã da noiva e madrinha, a mamãe Kate Middleton ficou encarregada função de cuidar das sete crianças que seriam pajens e daminhas.

Se Kate Middleton, mãe cercada por recursos diversos, chamou ela mesma a atenção do filho, porque nós vamos entregar a educação dos nossos filhos para terceiros, para “o mundo”? Toda pessoa que deseja viver em harmonia social precisa ter limite. Isso não é uma regra diferente para as crianças, afinal, elas conviverão com outras pessoas ao longo de suas vidas.

Mãe empoderada, a princesa não abre não de dizer o que sente, pensa e quer para seus filhos, ambos herdeiros na linha sucessória do trono britânico. Mais do que isso, ela mostrou que educa.

E essa não foi a primeira vez que ela foi fotografada dando bronca no primogênito, George. Por duas vezes, em 2016, foram publicadas fotos da Duquesa de Cambridge sendo firme com o filho. Uma, quando a família chegava ao aeroporto no Canadá, quando ela brigou com o pequeno príncipe na pista do aeroporto, logo que desembarcaram do avião; e, outra, enquanto estava com George em um evento beneficente.

Fale com firmeza, não grite

De modo geral, psicólogos, pedagogos e educadores infantis ressaltam que ameaçar, gritar e humilhar uma criança/adolescente são atitudes tão ruins quanto bater. Berros e pancadas não educam, só traumatizam. Das entrevistas, matérias, artigos e livros que eu já li, sempre dizem que, pais gritam o tempo todo demonstram desequilíbrio e pouca autoridade. Pior! Com o passar do tempo, os filhos também começam a gritar e ficarem ansiosos, inseguros e até com medo dos pais. Pra mim que sou mãe (e já fui criança e adolescente), grito e surra só servem para afastar pessoas. Tenho sérias dificuldades de lidar com pessoas que costumam falar com estupidez.

Ok. Educar não é fácil. Tenho visto isso diariamente entre mães e aqui em casa com minha pequena de 1ano e 7 meses, mas vejo que a antiga tática de contar até dez, respirar e, quando dá, sair um pouco do ambiente, funciona bem é mais sadio e seguro para todos.

Pensar antes de agir opera milagres. Eu, por exemplo, quando me pego nervosa ou irritada, canto qualquer coisa que vem à mente porque já muda o foco. Outra maneira de evitar explosões nocivas em casa é colocar o bebê/criança no berço, no cercadinho, no carrinho com algum brinquedo ou assistindo TV, sente-se em algum lugar feche os olhos e respire para se acalmar, depois tome um banho. Se você tiver ajuda de babá ou familiar peça para levar a criança para brincar no play, no quintal… Para que você se recomponha. Isso é autoconhecimento e autocontrole.

Ser mãe não é fácil e cuidar também não. Serenidade e calma não brotam de um minuto para o outro, é preciso praticar. É o que costumo falar durante as sessão de meditação que conduzo e também participo na Ordem Fraternal Cruzeiro do Sul – CEU.

Então, já que bronca materna é inevitável, que tenhamos calma, discernimento e sabedoria para fazer isso com amor e visando sempre a educação para o bom relacionamento com o mundo.

😘

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