Aplicativos ajudam a evitar e entender reações alérgicas

Vivemos conectados à Internet e isso pode trazer vantagens e inúmeras facilidades ao alcance dos dedos, direto no smartphone ou tablet. Nos últimos anos, a criação de plataformas relacionadas a soluções de Saúde tem crescido e a tecnologia virou aliada no combate a doenças. A afirmação é o médico alergista Diener Frozi, responsável pelo projeto “Viva Sem Alergia”, que  atende pacientes da Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com objetivo de tratamento, controle e prevenção de alergias e doenças imunológicas.

aplicativo na área de saúde (2)O especialista elenca três aplicativos que podem ser usados para ajudar a evitar reações alérgicas. O primeiro deles é o “Alergia a Medicamentos”, que mostra que remédios ou substâncias podem ser prejudiciais ao paciente, levando em consideração o princípio ativo presente em cada medicamento. Em segundos, o app encontra farmacêuticos similares. “É muito prático ter algo assim no celular, pois são muitos nomes comerciais diferentes, é muito simples confundir. A ideia é que a pessoa tenha sempre ao seu alcance uma lista confiável em que possa se basear”, orienta Frozi.

Com o mesmo propósito, a Danone criou o “Alergia Alimentar”, desenvolvido para o acompanhamento de crianças. O aplicativo conta com gráfico para curva de crescimento, diário de sintomas e lista de ingredientes alérgenos. “É outra ferramenta muito interessante para facilitar o dia a dia dos pacientes e, nesse caso, também dos pais. Por contar com essa opção de consulta a alimentos permitidos ou não e também pela função de registrar a evolução do filho diante de crises, o app reforça e complementa as instruções dadas no consultório”, explica o médico.

Criada em 2011 pela European Task Force on Atopic Dermatitis, a ferramenta PO-SCORAD visa ajudar os pacientes a realizarem autoavaliações da dermatite atópica, a inflamação crônica na pele. Com a plataforma, com versões para peles brancas, asiáticas e negras, é possível identificar o nível de severidade da irritação a partir de uma pontuação tabelada. “O nome vem do termo Patient Oriented SCORAD e funciona como uma avaliação da gravidade do eczema, realizada pelo próprio paciente, a partir das indicações do médico. Além disso, pode ser usado para gerar registros fotográficos das lesões nos intervalos entre as consultas”, endossa Frozi.

Mas nada disso dispensa a consulta com um especialista e na unidade de saúde onde funciona o projeto social Viva Sem Alergia, os pacientes realizam exames gratuitamente, como o teste cutâneo para detectar os alérgenos aos quais são mais suscetíveis. “Em caso de diagnóstico confirmado de asma, o tratamento é iniciado com kits alérgicos com broncodilatadores em forma de sprays inalatórios, as conhecidas “bombinhas”, distribuídas sem custo”, explica o médico. A oferta é possível graças a parcerias com instituições como a Cruz Vermelha de São Gonçalo.

 

Serviço

Viva Sem Alergia

Rua Conde de Porto Alegre, nº 119, Edifício Uba – 8º andar

Jardim Vinte e Cinco de Agosto – Duque de Caxias (RJ)

Funcionamento: segunda a sexta, das 8h30 às 17h; sábados, das 8h às 12h.

Agendamento de consultas: 21-3848-5389

 

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